Última modificação em 20 de outubro de 2020

O que é co-branding?

O co-branding é uma estratégia onde duas marcas distintas se unem em parceria, onde o intuito é criar uma ação conjunta para divulgar um único produto ou serviço. Existem diversos tipos de ações que podem ser consideradas como essa junção, mas as mais comuns são quando duas organizações se juntam para criar um novo produto exclusivo ou combinar dois itens diferentes em um mesmo “pacote” de venda.

Como toda estratégia de marketing, o co-branding tem como objetivo principal aumentar o faturamento das marcas envolvidas e alavancar as vendas. Para que seja bem feito, é preciso que atenda a uma necessidade do mercado [/link] e, ao mesmo tempo, aproveita as competências e qualidades das partes envolvidas.

O resultado gera benefício para ambas as marcas. Isso porque cada uma delas terá um potencial muito maior de atingir pessoas além de seu público-alvo, além de atrair a atenção dos consumidores da outra marca parceira, mesmo que por um período mais breve.

Quais as diferenças entre co-branding e co-marketing?

Embora essas duas estratégias possam soar bem parecidas, têm suas diferenças. O co-branding, por exemplo, pode ter um impacto muito maior no mercado. Isso porque ele é capaz de renovar o interesse em ambas marcas envolvidas no projeto e, assim, criar um lucro [/link] “inesperado” — que é permanecer na imaginação dos clientes.

Já no co-marketing, também conhecido como marketing conjunto, os parceiros envolvidos na estratégia não necessariamente criam um novo produto ou serviço exclusivo como resultado para esse trabalho em conjunto. Na verdade, o que eles procuram são maneiras de compartilhar seus clientes e criar, dessa forma, reconhecimento para ambas as marcas. Essa técnica se assemelha à venda cruzada — muito comum no mundo das vendas.

Tanto o co-branding quanto o co-marketing são estratégias que estão se tornando cada vez mais comuns, já que muitas marcas procuram por parceiros para combinar seus pontos fortes únicos. O resultado dessa junção temporária é uma colaboração verdadeiramente memorável e muito barulho nas redes sociais.

Quais são as vantagens do co-branding?

Uma das primeiras vantagens que o co-branding proporciona é, como já mencionado anteriormente, o aumento do alcance da marca. Todas as marcas envolvidas ganham mais poder de circulação e, como consequência, mais pessoas são atingidas pela estratégia. Um ponto interessante é que a parceria pode alcançar o público-alvo em diferentes lugares e formatos.

Com uma boa estratégia definida, todos os envolvidos conseguem também o estabelecimento de credibilidade no mercado. Essa vantagem é ainda mais benéfica para marcas pequenas que fazem parceria com empresas com maior poder de mercado. Ao observar que a marca de confiança está com uma parceria, o consumidor tende a atribuir a mesma credibilidade à empresa desconhecida.

Outro benefício do co-branding é a divisão das despesas atreladas ao investimento em marketing das campanhas que apresentarão a parceria. Essa vantagem tende a ficar ainda melhor porque, uma vez que a colaboração começar a apresentar bons resultados, o dinheiro que foi investido será recuperado mais rapidamente.

Quais são os riscos de uma estratégia de co-branding?

Como qualquer outra ação de marketing, uma estratégia de co-branding também é arriscada — independentemente de ela ser uma ação de branding individual ou uma parceria. Diversos erros podem ocorrer, como o mote da campanha pode destoar dos valores da marca, a mensagem pode ser interpretada de forma equivocada e até mesmo a segmentação do público-alvo pode ser feita de forma incorreta.

Além dos riscos que podem acontecer de forma isolada, quem opta por fazer uma parceria de co-branding precisa também prestar atenção em tudo o que pode dar errado em relação à marca parceira. Isso porque não basta ter uma equipe profissional e alinhada, a outra marca também precisa ser tão criteriosa quanto.

Outro risco que uma estratégia de co-branding oferece é o de que a empresa escolhida para a parceria acabe sendo errada. É preciso pensar bastante sobre o que ambas as marcas representam para que não haja conflito de interesses ou, na pior das hipóteses, que exista um conflito de ideologia — como uma empresa que preza pela educação financeira acabar fechando parceria com uma marca que estimula o consumo desenfreado.

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