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Balanço de Capital

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O que é balanço de capital?

O balanço de capital é uma forma de apuração contábil, que se dedica a levantar o volume de despesas e receitas gerado em um país, a partir das transações financeiras com o exterior.

Entre os objetos do balanço de capital estão as transferências unilaterais, como subsídios e donativos, e as transações de ativos não-produzidos.

É um dos componentes mais importantes da balanço de pagamentos, juntamente com a conta corrente, a conta financeira e a conta de erros e omissões, essencial para os indicadores do resultado dos negócios de uma nação.

Como o balanço de capital funciona?

A principal função do balanço de capital é agregar as transações financeiras realizadas entre um país e outro – no nosso caso, entre o Brasil e o restante do mundo.

O seu cálculo é composto a partir do saldo de dois subgrupos: os ativos não-produzidos/não-financeiros e a transferência unilateral de capital.

Ativos não-produzidos/não-financeiros

Os ativos não-produzidos/não-financeiros, no balanço de pagamento, são identificados como conta capital e dizem respeito à compra e venda dos ativos tangíveis e intangíveis.

A melhor forma de definir um ativo tangível é como o capital físico e financeiro que as organizações possuem – principalmente imobilizado, ou seja, utilizados por um longo período (superior a 12 meses) e que contribuem para a realização do seu fim comercial.

Alguns exemplos de ativo tangível são o maquinário e as instalações.

Já o ativo intangível é um bem que não pode ser tocado: não é um material, não existe no mundo físico. Ele corresponde à percepção que o mercado (clientes, concorrentes, investidores e afins) tem da empresa e dos itens que agregam perícia e valor ao item que ela comercializa.

Esse é o caso da marca, dos direitos autorais e das patentes.

Transferência unilateral de capital

A transferência unilateral de capital agrega todas as remessas de dinheiro que são trocadas entre residentes e não-residentes do Brasil, cujo propósito não seja a contrapartida comercial.

Ou seja, nesse caso, nenhum bem ou serviço está envolvido e o “produto” é a próprio dinheiro.

Neste subgrupo, estão as doações, os subsídios e as remessas de migrantes.

Por exemplo, se um brasileiro se muda para a Ásia e envia, todos os meses, uma quantia em dinheiro para a sua família, o valor é computado como uma transferência unilateral.

O que faz todo sentido, já que ele não recebe nenhum retorno real na transação.

A mesma lógica é aplicada aos demais componentes.

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