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Estoque da dívida pública cai 2,92% em abril e atinge R$ 5,089 trilhões

O estoque da dívida pública federal recuou 2,92% em abril para R$ 5,089 trilhões, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira, 26. Em…

Data de publicação:27/05/2021 às 05:00 - Atualizado 3 anos atrás
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O estoque da dívida pública federal recuou 2,92% em abril para R$ 5,089 trilhões, de acordo com dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta quarta-feira, 26. Em março, quando o valor era de R$ 5,242 trilhões, houve correção de juros de R$ 13,88 bilhões e resgate líquido de R$ 167,16 bilhões.

A participação de títulos prefixados no estoque caiu de 34,67% para 31,90% entre março e abril

O montante em estoque corresponde à soma das dívidas públicas mobiliárias interna, que caiu 2,70%, a R$ 4,852 trilhões, e externa, reduzida em 7,23%, a R$ 237 bilhões.

Papéis prefixados perdem participação no estoque

A parcela de títulos prefixados que compõem o estoque caiu de 34,67% para 31,90% entre março e abril, período em que aqueles atrelados à Selic cresceram de 33,78% para 35,50%. 

Papéis remunerados pela inflação passaram de 26,38% em março para 27,69% em abril, enquanto os cambiais caíram de 5,17% para  4,91% neste mesmo intervalo. 

O percentual de títulos com vencimento em 12 meses caiu de 27,78% para 24,52%, e o prazo médio da dívida aumentou de 3,63 anos, em março, para 3,79 anos, em abril, ainda segundo o Tesouro Nacional.

O custo médio da dívida acumulado em 12 meses recuou de 7,64% para 7,22% ao ano entre um mês e outro. 

Número de títulos com estrangeiros diminui

O montante da dívida pública brasileira sob controle de estrangeiros caiu de R$ 475,66 bilhões em março para R$ 472,95 bilhões em abril. No entanto, o percentual dos investidores não residentes passou de 9,54% em março para 9,75% em abril.

A participação de entidades de previdência subiu de 22,70% para 23,55%, enquanto instituições financeiras perderam suas posições no estoque, de 31,07% para 29,71%. Os fundos de investimentos aumentaram a fatia de 24,10% para 23,84%. Já a participação das seguradores passou de 3,68% para 3,89%.

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