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Carl Icahn

Quem é Carl Icahn?

Carl Icahn é o nome de um mega investidor estadunidense, atualmente indicado como uma das 100 pessoas mais ricas do mundo. Nascido ainda na década de 1930 (mais precisamente em 1936), Icahn cresceu em meio à sua família de classe média no período entre guerras. 

O período de sua infância e juventude foi profundamente marcado pelas mudanças culturais de consumo e investimento, visto que foi composto por inúmeros acontecimentos de grande impacto: consequências da Grande Crise de 1929, restrições do período de guerra, recuperação econômica após a crise, enriquecimento da nação no pós-guerra... Haja fôlego não apenas para Icahn, mas para toda uma geração de investidores e tendências de investimentos.

Inicialmente, Icahn nem almejava fazer parte desse último grupo, vale salientar. A sua primeira "graduação" foi na Universidade de Princeton - mais especificamente no curso de Medicina, que viria a abandonar já no segundo ano. Depois, se formou em Filosofia e se alistou no Exército dos Estados Unidos. Até aqui, nenhum estudo ou trabalho que lhe colocasse pelo menos um pezinho no universo financeiro, concorda?

A "virada" só aconteceu mesmo em 1961, quando ele, com 25 anos, se tornou corretor da Bolsa de Valores. Sete anos depois, ainda na atividade, Icahn fizera um empréstimo para comprar uma cadeira de investidor na New York Stock Exchange (a NYSE, Bolsa de Valores de Nova Iorque), como era necessário à época.

Desde então, o investidor tem se especializado na aquisição de companhias com o objetivo de assumir o seu controle. E é justamente para detalhar a estratégia usada por Icahn para chegar a esse objetivo (caracterizada como hostil pelo mercado) é que criamos o tópico a seguir. Vamos lá! 


O que é o take over hostil, manobra de aquisições que marcou a carreira de Carl Icahn?

Antes de construir a sua holding, Icahn se debruçou sobre uma série de negócios individuais que poderia adquirir. No entanto, nem sempre a administração da empresa, representada pelo conselho administrativo, quer vender. O que se segue depende de qual das duas opções o pretendente a comprador quer seguir: desistir do negócio ou forçar a compra.

Caso opte pelo segundo, ele estará se envolvendo em uma aquisição hostil (ou simplesmente take over hostil), que é quando há a tomada de controle de uma companhia ignorando a falta de aprovação do conselho administrativo da empresa a ser comprada. 

Para tanto, é realizada uma Oferta Pública de Aquisição (OPA), que é uma sinalização do comprador ao mercado de que ele pretende adquirir um grande volume de ações da empresa que ele tem como alvo. Aqui, a data da aquisição também é divulgada, juntamente com o valor a ser pago por ação.

É claro que a empresa em questão pode tomar medidas para dificultar o take over, como através das pílulas do veneno, defesa pac-man e golden parachute. Contudo, nem sempre ela o faz ou surte o efeito desejado.

Muitas das empresas que hoje pertencer a Carl Icahn (mais precisamente à Icahn Enterprises, L.P.) foram tomadas dessa maneira: Nabisco, Texaco, Blockbuster, USX, Revlon, Fairmont Hotels, Time Warner... O que lhe rendeu a alcunha de um aquisitor hostil. De qualquer forma, a Icahn Enterprises acumula uma valorização impressionante de 113% em seu valor, desde que lançou suas ações na Bolsa em 2013.

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